Como o estudo no lar enriquece o aprendizado?

30/06/2020
Kumon Brasil Kumon
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Durante o período de distanciamento social, os nossos orientadores têm trabalhado bastante para estar mais próximo dos alunos e de suas famílias. Para isso, estão utilizando todos os meios digitais e tecnologias disponíveis. A proximidade e atenção individual são características presentes no Kumon desde sua criação, e se estendem desde a interação com os alunos até a relação entre colaboradores, coordenadores e a diretoria da empresa. É uma cultura que permeia o método Kumon inteiramente.


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Com a pandemia do Covid-19, milhões de brasileiros estão passando por uma situação totalmente nova e inesperada no que diz respeito a hábitos de consumo, lazer, trabalho e educação, entre tantos outros. Para a orientadora Katia Miyauti, entretanto, o impacto que estas mudanças trazem é sentido de forma diferente no Kumon, já que o método nasceu com a proposta do Estudo no Lar.

“Como o Kumon nasceu do Estudo no Lar, estamos tendo a oportunidade de voltar às origens do método, de uma forma inovadora, e com isso aprendendo a lidar melhor com a tecnologia e usá-la cada vez mais a nosso favor.” Katia Miyauti, orientadora Kumon. 

O encontro entre a tradição de mais de seis décadas de Estudo no Lar do Kumon, somada às novas tecnologias, permite que os orientadores possam estar próximos dos alunos e de suas famílias, acompanhando sua evolução mesmo em uma situação de distanciamento social.

Esse tipo de acompanhamento é especialmente importante para Katia. Ela conta que escolheu ser uma franqueada porque, depois de trabalhar em muitos lugares, buscava um trabalho em que pudesse ajudar o próximo. Segundo a orientadora, só assim ela se sentiria realizada pessoalmente, e sabia que o Kumon poderia proporcionar isso.


Proximidade mesmo remota


A orientadora  compartilhou um pouco de seus sentimentos em relação ao distanciamento e as ações tomadas em sua Unidade durante reunião remota com orientadores e coordenadores do Kumon Brasil. Para sua surpresa, o presidente do Kumon América do Sul, Kazunori Watabe, assistia à reunião e quis agradecer pessoalmente, mesmo que de maneira remota, todo o seu empenho e dos demais orientadores da Rede. Uma história que, do orientador à presidência da empresa, mostra bem como a proximidade é importante no Kumon.

Um exemplo disto ocorreu no ano passado, quando o presidente fez uma visita à cidade de Presidente Prudente, em São Paulo. Entre seus compromissos, estava uma aula de orientação na unidade Jardim Paulista. Para acompanhá-lo em sua visita, a orientadora Katia escolheu o aluno Arthur Idagawa. O tempo passou e durante essa reunião remota Katia aproveitou a oportunidade para falar sobre como o aluno continua se desenvolvendo neste contexto complexo por meio do estudo no lar e com a orientação remota.

 

Estudando japonês durante o Distanciamento
 

Kumon de Japonês é trabalhado na unidade de Katia e engana-se quem pensa que é só para crianças. Katia destaca que a maioria dos alunos de sua unidade são adultos e que durante o período de distanciamento social os alunos estão sendo acompanhados aproveitando o máximo que a tecnologia tem a oferecer. Isso inclui chamadas por áudio, para a checagem oral, esclarecimento de dúvidas por aplicativos de mensagem instantâneas e conferência de respostas após a troca de material. Já com as crianças, o atendimento remoto tem sido mais eficiente por meio das videochamadas.

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