Uma viagem ao Canadá

22/05/2019
Johnatan Padovez Kumon
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Na última semana, aproveitando uma pausa entre os projetos que estou desenvolvendo no laboratório, visitei o Canadá. O país, situado ao norte dos Estados Unidos da América, fica a poucas horas de Boston e pode ser facilmente acessado por imigrantes que, como eu, já têm o visto americano.


Foi a primeira vez que viajei sozinho. Sozinho mesmo, sem um familiar ou amigo. Fui com a cara e a coragem desbravar as distantes terras canadenses que não imaginei que veria a não ser por livros ou filmes.


No início da viagem, fui a Quebec, estado cujo idioma oficial é o francês. Num primeiro momento, fiquei preocupado se conseguiria conversar com as pessoas e aproveitar a viagem. Eu, já tão acostumado com o ritmo e o sotaque dos estadunidenses, enfrentaria o suposto obstáculo do encontro entre pessoas cuja língua mais praticada não era o inglês.


Johnatan no Parque de la Chute-Montmorency.
Johnatan no Parque de la Chute-Montmorency.

Durante as primeiras conversas, eu falava meio receoso, como quem tentava sentir onde pisa. Porém, não demorou muito para eu perceber que a conversa era, sim, possível, e que era necessário apenas um pouco de calma e atenção. Quando alguém esquecia uma palavra, o outro se prontificava a ajudar, e nesse ritmo passei bons seis dias em um lugar lindo e apaixonante. Depois, parti para Toronto, e logo estava de volta a uma cidade onde a maioria dos habitantes era falante de inglês. Ou seja, estava de volta a um espaço de conforto.


Essa breve e feliz experiência me fez pensar sobre a importância de saber inglês em nosso contexto de globalização. Sobre o poder que esse idioma tem de quebrar barreiras comunicacionais e intersubjetivas. Assim, nesse cenário, percebi que ter feito inglês no Kumon foi mais do que um passo no sentido de expandir meu conhecimento linguístico ou mesmo acadêmico e profissional. Ter feito Kumon foi um ponto fundamental na minha trajetória para que eu pudesse traçar novas ligações com pessoas e lugares e, principalmente, para que eu pudesse criar novos laços culturais.


Johnatan na entrada do Museu da Civilização.
Johnatan na entrada do Museu da Civilização.


Tags: kumon, inglês

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