Processos seletivos internacionais

29/05/2019
Johnatan Padovez Kumon
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O processo seletivo para o programa de intercâmbio entre a Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e a Universidade de Harvard foi composto de três etapas: 1) análise de desempenho acadêmico na faculdade, 2) análise de carta de motivação e currículo escritos em inglês pelo aluno e 3) entrevistas em inglês feitas pelos professores de Harvard. Assim, foram abarcadas, dentro de um processo dinâmico, as habilidades de writing, reading, speaking e listening


Tais habilidades, consideradas os pilares do entendimento de um idioma, foram extensivamente desenvolvidas pelo método Kumon durante o curso de Inglês. Assim, sem grandes dificuldades na questão linguística, pude me concentrar na elaboração e realização das outras partes acadêmicas do processo, que, ao fim, me trouxe a grande oportunidade de realizar o sonho de ingressar como estudante pesquisador na Escola de Saúde Pública de Harvard.


Cabe ressaltar, porém, que o edital para o referido processo não exigiu nenhum teste oficial de proficiência. Ficou entendido que a própria aplicação realizada por Harvard asseguraria o nível de inglês exigido para a vinda do estudante para o intercâmbio. Por essa razão, eu não cheguei a fazer o TOEFL ou outro teste similar.


Contudo, enquanto estava na busca por uma experiência acadêmica internacional universitária, lendo os editais lançados e antigos, notei que o TOEFL era um pré-requisito para grande parte deles, tanto nos países de língua oficial inglesa, quanto nos demais. Assim, dada a relevância desse teste no âmbito universitário internacional, nos demais níveis de ensino e, também, em diversos aspectos profissionalizantes, resolvi conversar com alguns colegas da FMUSP que haviam prestado o TOEFL para deixar algumas dicas para vocês.


Para começar, uma breve explicação: TOEFL é a sigla para Test of English as a Foreign Language, ou Teste de Inglês como Língua Estrangeira. O teste é aceito por cerca de 10 mil universidades em até 150 países. A prova é feita no computador e abrange as quatro habilidades linguísticas citadas anteriormente. 


A parte de reading é de interpretação de texto, no formato de múltipla escolha. Há, também, algumas questões de vocabulário específico. O writing é composto de duas redações curtas sobre um tema dado. O listening é baseado em diálogos e testes de compreensão. E, por fim, o speaking é feito com um microfone no próprio computador, no qual o candidato tem dois minutos para falar sobre um assunto sugerido.

O teste não cobra muita gramática, e os textos geralmente são pautados em temas universitários. A exceção é o momento de speaking, no qual costumam perguntar sobre temas mais gerais, como sua matéria favorita no colégio ou sua organização de rotina. 


Após essa divertida pesquisa sobre o TOEFL e conversando com meus colegas, percebi que as habilidades cobradas pelo teste foram contempladas e desenvolvidas durante meu curso de Inglês no Kumon. Aliás, o próprio modelo de prova foi continuamente exercitado nele. 


Por fim, gostaria de pontuar uma dica valiosa: treinem a prova antes. Esse exercício ajudará vocês a entenderem melhor o modelo geral e a não serem pegos de surpresa, mas, principalmente, ajustará seus tempos de resolução das etapas, fazendo com que a prova seja encarada com tranquilidade, como deve ser.




Tags: kumon, inglês

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