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O papel dos pais na formação dos filhos

Estimular a criança desde a gestação é fundamental para seu desenvolvimento

Educar um filho definitivamente não é uma tarefa fácil. Muitos pais, principalmente os de primeira viagem, ficam assustados diante de tanta responsabilidade. Infelizmente não há uma fórmula para isso, mas seguir algumas experiências bem-sucedidas pode ser muito útil nesse processo.

Desde que fundou o método Kumon, o professor Toru Kumon preocupou-se em compilar o maior número possível dessas experiências positivas. Sempre que via algum aluno que se destacava dos outros, procurava saber o que foi feito de diferente na formação dele que explicasse seu desempenho. Assim, depois de décadas realizando esse trabalho e, ao mesmo tempo, estudando as pesquisas e teorias educacionais, ele chegou a algumas conclusões sobre o que os pais e educadores podem fazer para desenvolver o infindável potencial de seus filhos.

O estímulo desde a gestação fez com que Francisco se tornasse um apaixonado pelos livros

O estímulo desde a gestação fez com que Francisco se tornasse um apaixonado pelos livros

Joelson Nascimento soube explorar muito bem esse legado deixado pelo professor Kumon. Ele é gerente da filial Brasília e conheceu o método aos 15 anos, quando começou a trabalhar como auxiliar em uma unidade e, assim, teve a oportunidade de estudar no Kumon e descobrir o quanto isso podia ajudar em sua formação. Quando Joelson teve seu primeiro filho, Francisco, não teve dúvidas de que seguir os conselhos deixados pelo professor Kumon a respeito da formação das crianças era o melhor a fazer pelo desenvolvimento de seu filho.  Chicão, como Francisco é carinhosamente chamado pelos familiares e amigos, tem cinco anos e foi alfabetizado pelo Kumon em apenas quatro meses.

“O Francisco iniciou os estudos no Kumon em fevereiro deste ano, mas já podemos ver a grande diferença em seu desenvolvimento. A curto prazo, a principal mudança que percebemos foi a rotina de estudos. Ele já sabe os dias de ir para a unidade e, nos finais de semanas, a primeira atividade do dia já é fazer o Kumon. Com o processo de alfabetização, o Francisco está mais seguro e confiante. Nas conversas em família, ele consegue argumentar mais e, na escola, tornou-se um aluno de destaque. A professora sempre comenta a postura do Francisco e principalmente seu espírito solidário, pois ele ajuda os outros amiguinhos da sala com suas atividades.”

Mas como, em menos de seis meses, o Kumon pôde gerar toda essa transformação em Francisco? A verdade é que a formação de Chicão começou muito antes disso, quando ele ainda estava na barriga de sua mãe. Ele é um ótimo exemplo de que, quando as crianças recebem o estímulo certo, podem ir muito além de nossas expectativas.

Vamos conhecer, então, algumas dicas deixadas pelo professor Kumon que fizeram toda a diferença na formação do Chicão?

Tudo começa na gestação

O professor Kumon acreditava fortemente que, desde a gestação, a criança deve ser estimulada, principalmente por meio de histórias e canções. Hoje já existem muitas teorias científicas que comprovam que atividades estimulantes, como ler ou cantar para o bebê durante a gravidez, podem ajudar não só na construção do vínculo entre os pais e o filho como também contribuir para o desenvolvimento cerebral dele.

Família Nascimento

Família Nascimento

Joelson e sua esposa Fabiola sabiam disso e leram para o Chicão durante toda a gestação. Claro que, lá dentro, ele não entendia as palavras, mas já era capaz de perceber a cadência da voz dos pais, os estímulos sonoros e sentir o afeto que vinha com tudo isso. Essas sensações ficaram embutidas na memória dele, e não é à toa que, cinco anos depois, ele continua amando os livros.

  1. O estímulo logo após o nascimento

É nos primeiros anos de vida que o cérebro da criança mais se desenvolve, por isso quanto mais estímulos a criança receber nessa fase, maior será o aproveitamento de suas funções cerebrais.

O professor Kumon, após anos de pesquisa, constatou que ampliar o vocabulário das crianças é essencial em seus primeiros anos de vida, mesmo antes de elas aprenderem a falar. “Quando a criança domina um grande número de palavras, seus sentimentos se afirmam”, dizia ele. Para isso, três atividades são essenciais: ler para as crianças, fazer com que ouçam canções e conversar com elas de forma natural, mesmo sobre assuntos que elas não teriam como compreender inicialmente, como história, geografia, ciência ou matemática.

“No caso do Francisco, desde a gestação já fazíamos leitura de livros para ele. Nós sempre tivemos o hábito de leitura e, mesmo após seu nascimento, mantivemos este hábito junto com ele. A minha esposa também sempre o estimulou em relação aos números. Eles brincavam, por exemplo, de contar os degraus de uma escada ou o número dos andares de um elevador”, relembra Joelson.

  1. O quebra-cabeça desenvolve o cérebro

O professor Kumon era um grande fã de quebra-cabeça. E Joelson, conhecendo as teorias de Toru Kumon, sempre estimulou que Chicão montasse os seus. Para o pequeno Francisco, era apenas uma brincadeira, mas, enquanto realizava essa atividade, seu cérebro estava se desenvolvendo em diferentes áreas.

Sobre isso, escreveu o professor Kumon: “Ao montar um quebra-cabeça, a criança utiliza os dedos e desenvolve, assim, sua coordenação motora, que lhe será necessária para escrever e, principalmente, para acelerar seu desenvolvimento cerebral. Aumentando a quantidade de peças, a criança desenvolverá sua capacidade de memorização e de discriminação de figuras e formas. Acrescente-se, também, que, prestando atenção às figuras, a criança associará as imagens às palavras e ampliará seu vocabulário. Imaginando como as peças vão se encaixar, desenvolverá sua capacidade de inferência. E esta se relaciona com o pensamento matemático”.

 

  1. Deixar que os livros cuidem das crianças

IMG-20180613-WA0019Claro que é mais fácil e dá muito menos trabalho deixar que a televisão ou o celular façam esse trabalho, mas, sem dúvida, os livros serão muito mais efetivos na formação e desenvolvimento das crianças.

Inicialmente, será preciso ler para elas. Mas é importante estimular que consigam fazer esse trabalho sozinhas o quanto antes. E é por isso que, no Kumon, não há idade mínima para que a criança comece seu processo de alfabetização. Nosso material foi desenvolvido para que isso se dê de forma natural e prazerosa.

Segundo Joelson, foi assim que ocorreu a alfabetização de Francisco. “Foi um processo natural. Como ele sempre foi estimulado em casa, isso contribuiu. Ele pegou muito rápido a rotina de aula e ficou encantando com o material didático. O método do Kumon é excelente para o processo de alfabetização, tem um ótimo material de coordenação motora e flash card’s que auxiliam nesse processo.”

Foram essas pequenas atitudes que contribuíram para que Francisco conseguisse se alfabetizar em poucos meses e, com certeza, ainda revelarão muitas habilidades desse garotinho. Tente você também com seu filho. É mais fácil do que parece e, com certeza, muito prazeroso.

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