O ano não está perdido

02/07/2020
Kumon Brasil Kumon
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Geovana Rocha tem sete anos e estuda Kumon de Português e Matemática. Quando tinha quatro anos, ela começou a demonstrar um grande interesse pelos livros. Junto com ele veio o desejo de aprender a ler. Foi então que os pais decidiram matriculá-la no Kumon. A mãe da menina, Luciana, explica que a família fez esta escolha porque observaram o potencial da filha e perceberam que ela gosta muito de novos desafios. 

Atualmente, Geovana está no 3º ano do Ensino Fundamental e, mesmo sendo a aluna mais nova da sala, está adiantada nos estudos. Ou seja: já sabe toda a matéria que será ensinada durante o ano, o que é muito importante nesse complexo período de distanciamento social. 

 

MATRÍCULAS ABERTAS 


A aluna é um ótimo exemplo da filosofia do Método Kumon. No modelo de ensino tradicional, o aluno que está acima da média da classe é obrigado a esperar pelos demais, enquanto aquele que está abaixo deve fazer um esforço imensurável para acompanhar o restante da turma. Para ambos, a aula é algo que aborrece e o estudo não oferece prazer.  

“Com o Kumon conseguimos suprir o que ela pedia para aprender na escola e os colegas ainda não conseguiam, como ler e fazer contas.” Luciana Rocha, mãe de Geovana.


Aprender no seu próprio ritmo 

A busca do professor Toru Kumon, criador do método, sempre foi por uma educação que respeite o indivíduo e seja adequada a ele. “Ao valorizar o estudo individualizado, o Kumon vem realizando e propagando uma proposta de educação centrada na criança.” Professor Toru Kumon, criador do método Kumon. 

Segundo Luciana, o distanciamento social não afetou de forma alguma o aprendizado de Geovana, tanto na escola quanto no Kumon. Acostumada a estudar com autonomia, a aluna faz as atividades com facilidade e organização. Estas habilidades aprimoradas com o Kumon têm sido muito importantes para ela não perder o ritmo dos estudos e continuar se desenvolvendo. Além de atingir as metas propostas, Geovana avançou de estágio nas duas disciplinas que faz.

“O Kumon incentiva as crianças a terem autonomia e estimula o potencial e o limite de cada um de uma forma individualizada. Em um curto tempo percebemos grandes evoluções. É um excelente método de estudos para nossos filhos.” Luciana, mãe de Geovana.


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Tags: kumon, crianças, matemática

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