Há riscos ao abrir uma franquia?

13/06/2019
Kumon Brasil Kumon
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Quem deseja empreender tem a opção de iniciar um negócio do zero ou partir da compra de uma franquia. Sobre a primeira, existem diversos riscos que exigem, do empreendedor, maior participação direta nos processos, os quais vão desde a criação de um projeto até a escolha de um nome, local e fornecedor.

 

Já a segunda alternativa surge como a mais segura, logo, de menor risco. De acordo com um estudo realizado pela Associação Brasileira de Franchising (ABF), o índice de mortalidade de franquias caiu: de 5%, em 2017, foi para 3,9% em 2018.

 

Ao comprar uma franquia, o interessado estará realizando uma “cópia” de um negócio consolidado, cujo nome, produto e serviço são fortes no mercado. Trata-se de uma estratégia administrativa que ocorre dentro do sistema de franchising, na qual uma empresa (franqueadora) cede ao franqueado o direito de usar sua patente, modelo e expertise operacional. Desse modo, ele conseguirá expandir seu empreendimento rapidamente.

 

No entanto, antes de investir em uma rede de franquias, é muito importante analisar as oportunidades e, de fato, estar comprometido com o novo desafio, a fim de garantir sucesso nessa jornada.

 

A seguir, Julia Shiroiwa, que atua no Departamento de Suporte à Expansão do Kumon, fala sobre a atual situação das franquias no Brasil, em especial, das que trabalham com educação. Fornece dicas para quem pretende empreender, sem correr riscos, e apresenta um dos negócios mais sólidos no cenário econômico brasileiro de educação. Confira!

Estudar o mercado e segmento de franquias ajuda a diminuir os riscos

Segundo a ABF, o mercado de franquias cresceu 7% no primeiro trimestre de 2019, quando comparado com o mesmo período do ano anterior. Com isso, o faturamento alcançou R$ 41,464 bilhões.

 

Apesar do baixo índice de mortalidade do setor, é essencial analisar a área em que deseja investir. Por exemplo, o segmento de educação cresceu 8,1% neste ano. “É um setor que sempre se mantém necessário e importante para qualquer sociedade”, explica Shiroiwa.

 

Isto porque, segundo ela, cada vez mais, as pessoas compreendem a importância de se preparar para um mundo de muitas transformações. “As franquias, no setor de educação, atentas às necessidades atuais e futuras da sociedade, procuram oferecer os melhores produtos e soluções”, completa.

Conheça um dos modelos mais sólidos do mercado para investir

O Kumon, por exemplo, considerado a 7ª maior franquia e maior rede de educação do Brasil pela avaliação da ABF, realizada neste ano, é uma empresa sólida, reconhecida e de contínua expansão. Ainda, tem o Selo de Excelência em Franchising (ABF) e o prêmio de melhor rede de microfranquias (revista PEGN). Há mais de 60 anos no mercado mundial, leva um método de aprendizagem inovador para 53 países.

 

“O método desenvolve o autodidatismo dos alunos, ou seja, a capacidade de estudar por si mesmo. Esta habilidade é muito valorizada e importante. Em um mundo no qual as informações mudam constantemente, ser proativo e capaz de aprender qualquer assunto sozinho é vantajoso”, observa Julia.

 

O Kumon tem a missão de ajudar seus alunos a descobrirem o próprio potencial e se tornarem pessoas capazes de contribuir para a sociedade.

 

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A relação entre franqueadores e franqueados

A relação prevê uma série de deveres e direitos descritos em um contrato de franquia, assinado por ambas as partes. No Kumon, Shiroiwa explica que o franqueado precisa seguir o padrão definido pela rede em itens como metodologia de aprendizagem, identidade visual e campanhas promocionais. “São estes aspectos que reforçam as vantagens de escolher uma franquia como negócio: a força e solidez da marca.”

 

Por outro lado, o franqueado Kumon tem autonomia para contratar sua equipe de trabalho, realizar ações de marketing e fazer a gestão da franquia, além de outras atividades.

O pagamento de royalties

Outra obrigação no mundo das franquias é o pagamento de royalties. Trata-se de uma remuneração periódica paga à franqueadora, o que garante aos franqueados o direito de uso da marca e do modelo de negócio.

 

De acordo com Julia, no Kumon, o pagamento dos royalties também inclui o material didático que será usado pelos alunos, o suporte da equipe de consultores, as capacitações constantes, as campanhas de divulgação, alguns materiais promocionais, entre outros. “Por incluir tantos itens, os royalties são de 40% a 45% sobre o valor de mensalidade sugerida”, explica.

Estudar a empresa ajuda a diminuir os riscos

Para Julia Shiroiwa, antes de investir em franquias, é muito importante analisar a rede, o modelo de negócio, o produto e a COF (Circular de Oferta de Franquia), além de conversar com franqueados, consultar mídias sociais e tomar as devidas precauções, que garantirão uma decisão assertiva.

 

No Kumon, os interessados em abrir uma franquia passam por um processo seletivo e de capacitação, longo e rigoroso. As várias etapas, segundo Shiroiwa, têm o objetivo de estimular o conhecimento mútuo. O candidato experimentará as atividades de um franqueado Kumon, tendo a oportunidade de avaliar o negócio. Já o Kumon estudará o perfil do interessado e suas expectativas. “Somente após todo este processo, se estiver preparado, assinará o contrato de franquia.”

 

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Tags: kumon, franquia

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