Festival de comidas

11/06/2019
Johnatan Padovez Kumon
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Na última semana, o grupo de pesquisa de que faço parte em Harvard, o MIPS (Molecular and Integrative Physiological Sciences Program/Programa de Ciências Fisiológicas Moleculares e Integrativas), fez um festival de comidas. A ideia era promover uma confraternização associada a uma competição amigável entre os membros do grupo. As regras eram simples: cada um devia cozinhar uma confort food/comida carinho e a preparação podia contar com a ajuda de amigos e da família, mas era proibido comprar algo pronto.

Meus colegas de casa e eu fizemos o gostoso e típico arroz-doce. Aproveitamos a saudade das nossas festas juninas e oferecemos ao Departamento de Saúde Ambiental da Escola de Saúde Pública de Harvard a incrível oportunidade de ficar, de certa forma, mais pertinho do nosso Brasil.

 

O festival foi divertido: havia comidas de todos os cantos do mundo, e com uma variedade imensa! De entradas a pratos principais e, no nosso caso, até sobremesa. No fim, após comermos muito, três jurados que não conheciam nenhum dos participantes (convidados de outro departamento) escolheram os melhores três pratos e os premiaram.

 

Infelizmente, o arroz-doce não foi um dos vencedores, mas participar foi uma experiência e tanto. E só isso já valeu todo o esforço!

 

Essa situação, de nos esforçarmos e não alcançarmos o resultado esperado, acontece em nossa rotina muitas vezes. E é sempre um desafio não se deixar entristecer ou abalar pela quebra das expectativas.

 

Certamente, uma de minhas vivências pregressas que ajudaram a lidar com isso foi fazer o método Kumon de Inglês. Isso porque, após os primeiros estágios, em que a velocidade das conquistas era mais rápida, precisei encarar a nova situação dos estágios avançados e, assim, dos resultados que não batiam com o que eu queria.

No início eu ficava incomodado em precisar de mais tempo para cada bloquinho. Eu estava tão acostumado a fazer vários em pouco tempo que dividir um bloquinho em dois, por exemplo, era um desafio. Assim, apesar da alegria em estar adiantado em relação ao meu ano escolar, eu precisava lidar com o cenário de não ter a velocidade que tinha antes.

 

Contudo, foi nesse momento que mais aprendi. Foi na dificuldade de ter que caminhar no meu ritmo real e não no imaginado que consegui sedimentar o conhecimento. Foi a experiência de cada estágio que me trouxe o avanço no idioma, não a pressa em terminá-los.

 


Tags: kumon, experiência, método, alunos, aprendizado, dicas, inglês

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