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26/09/2018
Kumon Brasil Kumon
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Se você ficou confuso com o título deste texto, entende como a pequena Júlia Sofia, de apenas 4 anos, se sentia quando olhava o mundo ao seu redor, cheio de textos que ela, mesmo com esforço, não conseguia entender.

 

Júlia, assim como todos que ainda não foram alfabetizados, via as palavras escritas, porém era incapaz de decodificá-las.

 

“Decodificar” significa passar uma mensagem codificada para um outro código, de maneira que a linguagem se torne inteligível. Mas o que essa história de código e decodificação tem a ver com a Júlia e seu processo de alfabetização?

 

Absolutamente tudo, afinal, você já parou para pensar que a língua que falamos e lemos nada mais é do que um código que aprendemos a decodificar? Aprender a ler e escrever é simplesmente aprender a decifrar o código escrito.

 

Parece divertido, não é? E é realmente divertido, quando feito da forma certa e no momento certo.

 

A forma certa, testada e comprovada com milhões de alunos alfabetizados no mundo todo, nós temos no Kumon. A grande questão que fica para os pais, então, é descobrir QUANDO é o momento certo.

 

Esse é um ponto sobre o qual nem mesmo os maiores estudiosos do assunto conseguem chegar a um consenso. O método de ensino tradicional, que se definiu ao longo do último século e por meio do qual a maioria de nós foi alfabetizada, defende que a idade para aprender a ler e escrever deve ser entre 6 e 7 anos.

 

No Kumon, nós não pensamos assim. Em primeiro lugar, porque a criança de hoje não é mais a criança do século passado. Com tantos estímulos, nossos pequenos são introduzidos no universo letrado muito antes. Além disso, e essa é a parte fundamental, cada criança é única e tem o próprio tempo. Forçar a alfabetização de uma criança que ainda não está pronta pode, sim, ser prejudicial. Mas impedir seu desenvolvimento, quando ela já está preparada, também pode prejudicá-la.

Então, como saber quando é o momento certo? Para Thaysa Maria N. Arruda, mãe da pequena Júlia, foi fácil. Ela soube identificá-lo assim que a filha começou a pedir a ela que lhe ensinasse a ler e escrever. Dessa maneira, quando, por uma rede social, Thaysa conheceu o trabalho do Kumon, não teve dúvidas sobre matricular Júlia, com apenas 4 anos, no curso de Português.

 

“Eu sou uma apaixonada por livros, e, desde que a Júlia nasceu, temos, todos os dias, nosso momento de leitura. Ela está crescendo tendo a leitura como diversão. Então, quando descobri que ela já poderia ingressar no método Kumon, resolvi ‘testar’. Ela sempre foi bastante curiosa e adora aprender.”

 

E o “teste” deu mais do que certo. Segundo Thaysa, o Kumon, além da alfabetização, também tem ajudado na oralidade de sua filha, bem como em sua concentração e disciplina. A certeza de que tomara a decisão certa, porém, veio há pouco tempo, quando Júlia leu, sozinha e de forma espontânea, suas primeiras palavras. “Foi um momento bastante esperado pela família, e muito comemorado também. Estávamos paradas no semáforo e ela, de repente, gritou: ‘Mamãe, olha! Ali está escrito SUCO DE UVA e LOJA’.”

 

Não é difícil imaginar a emoção de Thaysa naquele momento. E, se você voltar ao título deste texto e começar a imaginar um mundo cheio desse código, que, de repente, começa a fazer sentido para você, também será capaz de imaginar a alegria de Júlia ao começar a desvendar o mistério das letras. (Para saber mais sobre o desenvolvimento de Júlia, acompanhe a página @diariodajulia no Instagram).

 

Mas o que fazer se seu filho não manifesta, assim como Júlia, desejo por aprender a ler e escrever?

 

O grande segredo está no estímulo. Toda criança é naturalmente curiosa, e, se colocada frequentemente em contato com textos, vai acabar sentindo vontade de desvendar esse código.

 

Para isso, é importante que os adultos chamem a atenção da criança para a palavra escrita, seja em um livro, em uma embalagem de brinquedo ou em uma placa na rua. Quando for contar uma história para seu filho, por exemplo, coloque-o na frente do livro e aponte com o dedo as palavras que estão sendo lidas, fazendo com que ele preste atenção não só nas imagens, mas também nas palavras.

 

É um processo trabalhoso, mas muito gratificante. E nós, do Kumon, estamos aqui para ajudá-lo. Ou seja, você não precisa esperar que seu filho esteja pronto para a alfabetização para matriculá-lo no Kumon. Esse trabalho pode, e deve, ser feito em conjunto.

 

Nas unidades do Kumon, nossas orientadoras leem livros com os pré-escolares, além de estimular, com um material didático lúdico e interativo, a curiosidade das crianças em relação à leitura. É assim que, respeitando o ritmo de cada aluno, tornamos a alfabetização o que ela realmente deve ser: uma descoberta mágica para seu filho.

 


Tags: kumon, pré-escolar

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