Aprender japonês no Kumon vai muito além da língua!

05/04/2019
Kumon Brasil Kumon
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Para muitos jovens, o anime é o primeiro contato com o japonês. Com Marcos Vinicius Cerri da Silva, de 17 anos, não foi diferente. Ele conta que, por volta dos 11 anos, começou a assistir às animações vindas do Japão e a se interessar pela cultura do país. Não demorou para que a vontade de aprender a língua surgisse.


Marcos conta que, na época, passou a buscar informações e a estudar sozinho pela internet. Quanto mais estudava, mais interessado ficava, e a vontade de aprender aumentava. Como seus pais queriam que ele estudasse uma língua estrangeira, matricularam-no no Kumon. Com o passar do tempo, o interesse pela cultura pop japonesa foi ampliado para a literatura clássica e contemporânea, as artes, as tradições e a cultura do Japão.


No fim do ano, após se formar no Instituto Federal do Espírito Santo, Marcos pretende conseguir uma bolsa de estudos por meio do MEXT - Ministério da Educação, Cultura, Desporto, Ciência e Tecnologia do Japão para cursar o Ensino Superior no Japão. 


"O Kumon não é apenas uma escola de idiomas ou um curso de reforço, mas sim um lugar onde é possível interagir diretamente com o orientador, aprendendo, além da matéria, disciplinas e valores." Marcos Vinicius


Orientadora Yoko e Marcos Vinicius
Orientadora Yoko e Marcos Vinicius

Tornando-se fluente na língua


A mãe de Marcos, Magda, conta que matriculou o filho no Kumon porque desejava que ele aprendesse uma língua estrangeira. Ela diz que escolheu o método por causa do foco na disciplina e na responsabilidade do aluno. Magda é profissional da área de educação e gosta do fato de o estudante desenvolver um compromisso diário de aprendizagem. Não à toa, ela indica o Kumon para várias pessoas.


Seguindo o desejo dos pais, Marcos começou estudando Inglês no Kumon. Após concluir o curso, ele também fez os dois cursos de Japonês - Nihongo e Kokugo. O primeiro é o japonês desenvolvido especialmente para brasileiros, com traduções e explicações em português, enquanto o segundo foi desenvolvido no Japão para o estudo de japonês como língua pátria. Após finalizar o material do Kumon, ele realizou o Exame de Proficiência na Língua Japonesa e alcançou o índice mais elevado de fluência na língua.

Os pais de Marcos, que inicialmente resistiram à ideia do filho de aprender japonês, hoje, o apoiam e incentivam a ir atrás dos seus sonhos e estão orgulhosos por ver onde Marcos está sendo capaz de chegar por meio dos estudos.


Tags: kumon, japonês

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